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sábado, 23 de outubro de 2010

Hoje pela manha como de costume fui ao canaril e separei mais 4 gloster e pus na voadeira, é um momento muito bom esse!!! tambem verifiquei os nascimentos e os filhotes ja nescidos mais tudo bem, a não ser por um filhote de vermelho mosaico que por descuido meu acabou semdo esmagado pela femea, era um unico filhote no ninho e eu na quinta feira tratei e me esqueci de colocar um ovo index para a femea se apaoiar e não esmagar o filhote hoje vi que ele tinha sido esmagado pela femea, mais isso são experiencias que vamos juntando no nosso banco de dados, e aqui já fica a dica para os iniciantes nunca deixem o ninho com um filhote só, coloquem um ovo index para que isso não ocorra com vcs tambem.

sábado, 16 de outubro de 2010

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

domingo, 10 de outubro de 2010

Cuidados ao adquirir um Gloster

Esta variedade de canários é bastante prolífica e, como tal, este facto faz dela um bom pássaro para os iniciantes.
Para criar pássaros de alta qualidade é necessário uma boa selecção e boas qualidades enquanto criador. Meu conselho é observar até as coisas mais pequenas e simple para não adquirir um pássaro que não trará muita satisfação

1 – Observe a saúde do pássaro antes de adquiri-lo. Compre uma ave activa, de olhos bem abertos e sem secreções. Não deixe que a visão somente através da gaiola camufle um pássaro doente ou fraco, peça para o apanhar na mão e verifique se não está magro;

2 – As penas são um ponto essencial ao Gloster. Verifique por si mesmo a textura da plumagem do pássaro com ele na mão e procure por indícios de quists, pois este é um problema a evitar. Os quistos costumam aparecer no rabo, nas costas e nos ombros, sopre as penas para pode ver a pele. Quando o vendedor do pássaro não se mostra disposto a permitir que inspeccione o animal na mão, não é um bom sinal;

3 – As patas são um ponto também importante, verifique o tamanho, que não pode ser muito grande e as coxas devem estar escondidas;

4 – A forma do corpo, o peito tem de começar a arredondar desde o queixo, a cabeça grande e redonda, nunca em forma de triângulo, o rabo deve ser fechado e no prolongamento do corpo e as asas bem unidas e nunca descaídas ou cruzadas.

Artigo escrito por Eric OLIVIER (Criador Belga)

Cuidados com os filhotes

Quando um filhote está a ser mal alimentado pelos pais, desidrata facilmente e os seus níveis de glicemia baixam drasticamente provocando letargia na cria, que passa a maior parte do tempo a dormir não pedindo comida. O filhote que não pede alimento, não será tratado pelos pais e morrerá ao fim de algumas horas se nenhuma providência for tomada.

Para evitar que tal aconteça e, para desenvolver mais rápido e saudavelmente a cria, alimento-os duas vezes ao dia (manhã e noite) no próprio ninho desde as primeiras 6 horas após o nascimento até ao 10º dia de vida. Sempre com o cuidado de retirar os filhotes do ninho sem que a fêmea se dê conta ou se assuste, aproveito para retirar o ninho ao amanhecer e ao anoitecer quando a luminosidade ainda é fraca e difusa.

Na alimentação utilizo papa de criação manual para canários, onde adiciono suplementos vitamínicos como cálcio, vitamina B12, probióticos (Potent Brew da Ornicare) e algumas gotas de própolis (antibiótico, antibactericida e antifungicida natural). Esta papa deve ser aquecida à temperatura corporal das aves, pode-se verificar a temperatura ideal na palma da mão, quando esta não se apresentar nem quente nem fria em contacto com a pele estará boa para iniciar a alimentação.

Utilizo uma seringa de 2,5ml e adapto a consistência da papa à idade do filhote (mais líquida para filhotes recém nascidos e mais espessa para filhotes mais crescidos), é necessário muito cuidado para não asfixiar o filhote com líquidos ou excesso de alimento de uma vez. Após acabar de alimentar as crias deve-se lavar muito bem a seringa e a papa resultante pode ser guardada no frigorífico até ao fim do dia e deve ser renovada após 24 horas visto correr o risco de azedar.

As aves até 25 dias de vida não controlam a sua temperatura corpórea, pois o seu sistema termorregulador ainda não está formado. O empenamento nesta fase está quase totalmente formado, mas ainda auxilia pouco no aquecimento da ave. Todo este acompanhamento dos filhotes segue procedimentos básicos que devem ser esperados a qualquer momento.

É comum encontrarem-se crias fora do ninho com hipotermia (filhotes frios com pouca movimentação, respiração lenta e cabeça caída) e, neste caso, deve-se agir rapidamente aquecendo o filhote entre as mãos com leves sopros de ar quente dos nossos pulmões ou sobre um saco de água quente devidamente protegido para não queimar a fina e sensível pele da cria. Somente após a cria apresentar movimentos normais e bem coordenados como ser capaz de pedir comida é que se pode devolvê-la ao ninho para que possa retornar aos cuidados da sua progenitora.

A queda de um filhote pode ser acidental ou provocada pelos pais, pois há fêmeas que sentem-se incomodadas com as anilhas recém colocadas nas patas das crias e ao tentarem retirar o objecto, que para elas é estranho, acabam por arrastar o filhote para fora do ninho. Pode também ser um facto acidental: a própria cria ao aproximar-se da extremidade do ninho acabe por cair ou ainda a mãe assustada ao retirar-se do ninho derrube acidentalmente um dos seus filhotes.