Sintomas
Indicaçőes preventivas
1. Doença: Mycoplasmose
Sintomas: Queda de resistęncia, pegando infecçőes variadas; ovos
brancos; embriăo morto; infecçőes secundárias nas patas por Bouba e
Flebites.
Indicaçőes preventivas: săo indicados Nalyt HReproduçăo dose de
20g em l litro de água ou Ikilo de farinhada durante 7 dias, repetiçăo
após 5 dias; ou 14 dias seguidos caso tenha havido sintomas no ano
anterior. Repetir a prevençăo entre a 2a e 3a posturas.
2. Doença: Alimentaçăo com excesso de proteína (de 22% a níveis mais altos)
Sintomas: Infecçăo de patas com articulaçőes inflamadas; morte súbita por depósito de uratos (derivados das proteínas em excesso) em rins, fígado, coraçăo, fígado, baço o que causa dor, perda da capacidade de reproduçăo e inflamaçőes agudas em órgăos e articulaçőes; canibalismo de fęmeas que comem bico, penas e patas de filhotes; retençăo de ovos em fęmeas; bicos tortos.
Indicaçőes preventivas: é indicada a remoçăo imediata da farinhada com alto teor proteico e mudança para uso de farinhada com teor de proteína menor. Retirar ovo "m natura ". Aplicar tratamento para dor local (ver flebite). As lesőes internas de gota visceral dificilmente tęm cura (Alopurinol por longo prazo).
3. Doença: Flebite das veias das Patas
Sintomas: Infecçăo secundária ao vpirus da Bouba, dando flebite nas veias das patas e dermatites úmidas das patas.
Indicaçőes preventivas: săo indicados Nalyt H Reproduçăo dose de 20g em l litro de água ou Ikilo de farinhada durante 14 dias seguidos caso tenha havido sintomas no ano anterior. Ampicilon associar durante 10 dias a dose de 20g em l litro de água ou l kilo de farinhada. Passar Andolba ou Biofenac nas patas para retirar a dor. Năo usar pomadas, nem mesmo cremes.
4.Doença: Bouba
Sintomas: Lesőes de patas forăo mais comuns neste ano, com nódulos, calos, inflamaçăo e flebite secundária. Mycoplasma agrava o quadro de Bouba, e farinhadas com excesso de proteína agrava as lesőes nas patas.
Indicaçőes preventivas: săo indicados Homeopatia Thuya occidentalis 12CH e Belladona 12CH líquido na dose de 20 gotas em 2 litros de água para todas as aves 30 dias seguidos, e manter l vez por semana na criaçăo. Năo usar vacinas contrabandeadas de outros países.
5.Doença: Infecçăo de Filhotes naprimeira semana de Vida
Sintomas: A Morte de filhotes é causada por Mycoplasma, coccidiose, micotoxinas de sementes, Salmonellose provoca alta mortalidade e Colibacilose perdas crónicas.
Indicaçőes preventivas: săo indicados Nalyt H Reproduçăo para os adultos dose de 20g em l litro de água ou l kilo de farinhada durante 7 dias, repetiçăo após 5 dias; ou 14 dias seguidos caso tenha havido sintomas no ano anterior. Repetir e prevençăo entre a 2a e 3a posturas. Para os filhotes NalytHBaby dose de Ig em 50ml de água ou 50g de papinha durante os 7 dias primeiros dias de vida e os 7 dias após o desmame, repetiçăo após 5 dias;
Outras informaçőes de Prevençăo Geral
Eu aplico estes mecanismos de prevençăo e cura em meus canários frisados parisienses, e estou fazendo indicaçőes de alopatia, suplementaçăo e nutriçăo que eu desenvolvo, e cujos produtos sou responsável junto ao Ministério da Agricultura. Aplico a Homeopatia como tratamento complementar.
Vermifugaçăo anterior ŕ colocaçăo de ninhos - Vermiden vermífugo
preventivo que deve ser oferecido 2 a 4 vezes ao ano (dose: 20gramas em l
litro de água ou l grama por 50ml de água l dias, repetindo a medicaçăo 15
dias após).
Suplementaçăo de Vitaminas: Rovital-C - manter 2 vezes por semana durante todas a criaçăo, pode ser usado em campeonatos em tempos frios; Hidrafort que é um soro de torneio oferecer l dia antes, no dia do torneio e l a 2 dias após o torneio; podendo prolongar até 10 dias.
Curativos: Natyt 100 Pius Nova Fórmula durante 48 horas para stress térmico; durante os campeonatos realizados em localidades frias; dę 7 a 14 dias seguidos criaçőes com histórico de doença da reproduçăo ou aves roucas,
repetiçăo após l męs; Coccinon-Vitasol - em casos de coccidiose (dose
preventiva 20 dias seguidos 20 gramas em l kilo da farinhada ou l litro de água
e dose tratamento durante 4 dias apenas 40 gramas em l litro de água ou l kilo de farinhada e continuar por 20 dias com dose preventiva); Vitamin E - para melhorar níveis de reproduçăo, mantendo até a primeira postura; Metionina e Lisína - para canibalismo de filhotes; morte embrionária e aves com debicagem de penas; sempre uso na menor dose da bula, e vou aumentando na medida da necessidade, durante 30 dias. Front-Line Spray deve ser usado na dose de 2 gotas no dorso da ave para prevenir ou tratar piolho, sempre que houver risco de infestaçăo pulverizar abaixo do ninho.
Observaçőes Gerais:
l. Coletar uma amostra de fezes de machos em um coletor de fezes comprado em farmácia (todos os machos em l pote), e uma amostra de fęmeas em outro pote, e envie por sedex para realizarmos exame antes da colocaçăo dos ninhos e entre a 2a e 3a postura. Verificamos coccidiose, vermes e controle de piolhos de penas.
Homeopatia: Mandar fazer os seguintes medicamentos. (Usar esta água como única fonte de bebida podendo ser usada com vitaminas e outras medicaçőes a mesma água).
Thuya occidentalis 12CH, Salmonella 12CH e Colibacillinum 12CH elaborados em l frasco de líquido usando na dose de 10 gotas em 2 litros de água durante 30 dias seguidos, mantendo a medicaçăo l vez por semana na criaçăo e napapinha de filhotes (l gota em 50ml). Podendo ser usado junto com outras medicaçőes na mesma data.
Berberís 6CH; Chelidonium 6CH, Quercus 6CH l frasco líquido e fazer a diluiçăo diária de 10 gotas em 2 litros de água de bebida l vez por semana para desintoxicaçăo de fígado e rins.
Enriqueça a sua farinhada com os ingredientes que contém na Farinatta
Bianco e Suprema, ambas uso em meus canários para um processo contínuo
de prevençăo na alimentaçăo.
• Preveni - prevençăo de Salmonella e Colibacilose, para uso contínuo na
farinhada da criaçăo. Preveni - para uso contínuo nas farinhadas, durante todo o ano. Previne contra Salmonellose e Colibacilose, promove aumento de
resistęncia e crescimento de adultos e filhotes (dose de 5 gramas porkilo).
•Aflatox - prevençăo e adsorçăo de micotoxinas na farinhada e sementes, para uso continuo. Aflatox previne e adsorçăo de micotoxinas de fungos nas
sementes e outros alimentos. Indicado para uso contínuo assim que chegarem as sementes ao criatório (dose de 5 gramas por kilo).
• Probilac Pius - probiótico para uso na farinhada. ProbLac Pius - probiótico
para uso contínuo na farinhada. Cria uma flora intestinal nas aves adultas, a
qual protege o intestino da ave, evitando proliferaçăo de bactérias patogęnicas.
Prepara os pais para oferecer ao filhote a mesma flora saudável assim que
regurgitarem o primeiro alimento.
ProAve - Veterinária e Tecnologia - Clínica Assistęncia Técnica e
Patologia de Aves
• Săo José dos Campos SP
R. Rui Sérgio Rodrigues Moura, n." 432, Bairro Urbanova CEP 12.244-040
Tel./Fax (Oxxl2) 3949-1603 Cel.(12)9711-0523 e-mail novo: proave-2(a>.uol.com.br
• Săo Paulo SP
R. Heliodoro Ébano Pereira, 92 Bairro Lapa -CEP 05068-030
Tel./Fax (Oxxll)36ll-5051
sites:
http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/stella
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
O FUNGO DE UNHA
Fonte: Criadouro Semear www.criadourosemear.com.br
Revista SOMA 2006
Muitos criadores de canários já tiveram a desilusăo de ver um potencial campeăo, aquele canário que se destacava na cor, de repente imprestável. Muitos juizes já tiveram o desprazer de desclassificar belos pássaros pela mesma razăo. Já julguei exposiçőes de canários em que mais de 10% dos pássaros foram desclassificados por serem portadores de micoses em dedos. Já vi fungos de unhas em pássaros em todo o Brasil mas năo nas proporçőes que ocorrem em Santa Catarina.
O fato deve ser relacionado ŕs condiçőes climáticas, principalmente ŕ umidade do ar. Uma consistente observaçăo a favor desta hipótese é que a doença é mais comum nas cidades próximas de rios e mar. É mais freqüente no fim do verăo ou do outono, mas na época, a superpopulaçăo nos criadouros é grande. É proporcionável que a doença seja transmissível, pois, é comum vários pássaros de um mesmo gaiolăo estarem contaminados.
Manifestaçăo Clínica
A doença é de difícil reconhecimento nas suas faces inciais porque o pássaro afetado só levanta a pata doente nas faces adiantadas, quando a unha geralmente está irremediavelmente perdida. O início, por vezes é caracterizado por lesőes brancas ou amarelas ou engrossamento da ponta do dedo comprometido, fatos comuns a doenças das patas dos canários. Geralmente o que caracteriza o quadro é a presença de uma lesăo verrugosa que se inicia dentro da matriz da unha e, em poucos dias, recobre toda a unha. Neste estágio a unha já está morta e năo observa-se o filete sangüíneo que a nutre. A lesăo se destaca. Em alguns casos, pode haver contaminaçăo secundária resultando em septicemia e morte do pássaro.
Diagnóstico Laboratorial
O diagnóstico de laboratório é difícil, pelo alto custo dos exames e por năo dispomos em nosso meio, laboratórios com prática em micologia ornitológica. Por analogia com o que praticamos no diagnósticos estiológico dos onicomicoses humanas, enviamos para exames micológicos, microscopia e cultura, raspando de unhas de canários doentes. Todas as amostras tiveram resultado negativo, isto é, os fungos năo eram encontrados na superfície das lesőes. Decidimos, entăo, enviar para exame histológico dedos amputados. Como os resultados foram interessantes, serviram de motivaçăo para que, embora reconhecendo nossas limitaçőes, escrevęssemos este artigo. O estudo das lâminas coradas pela técnica de hematoxilinaesina e pela técnica de Grocott (pesquisa de fungos através de impregnaçăo pela prata), mostrou processo inflamatório crônico como edema, extasia e congestăo de vasos sangüíneos e a presença de formas fúngicas em hifas curtas e blastosporos, sugestivas de Tinea verrucosum que acomete seres provocando lesőes cerucosas. Outra característica marcante é a ausęncia do filete vasculonervoso que nutre a unha. Caso o problema persista em nosso criadouro, vamos tentar a cultura do fungo na matriz do dedo amputado onde encontra-se o principal foco.
Tratamento
Quando percebemos a lesăo verrucosa recobrindo a unha, geralmente năo há mais tratamento eficaz que recupere o dedo. Os cremes e pomadas a base de imodazólicos săo pouco eficientes, pois năo alcançam os fungos que estăo localizados na matriz da unha. Os que alcançam melhores resultados săo a base de oxiconazol (oceral) e bifonazol (mycospor). Os esmaltes para uso humano, com alta concentraçăo do principio ativo, comum o usaram para unhas e o loceryl, pelas mesmas razőes, também apresentam eficácia reduzida. O tratamento que apresenta melhores resultados, embora cause espanto, é a imersăo da pata afetada em ácido sulfúrico a 50% por 20 ou 30 segundos, seguido a lavagem de água corrente. Este procedimento é inócuo, năo restitue o aspecto normal da unha, mas impede a evoluçăo.
Nas onicomicoses humanas, várias drogas usadas por via oral săo eficazes no tratamento da doença como os imidazólicos (cetaconazol, flucanazol e itraconazol), a griseofulvina e a terbinafina quando usados por meses. Nos canários, como năo conhecemos o metabolismo destes medicamentos (absorçăo, níveis sanguineos, matabolizaçăo, concentraçăo em tecidos queratinados como pelo e unhas e vias de excreçăo), torna-se difícil determinar corretamente as dosagens e o tempo de uso. Já experimentamos usar em nossos canários o cetoconazol (cetonas, nizoral) na dose de 1 gr, 5 comprimidos triturados, e o itraconazol (sporanox, itranax) 4 cápsulas de 10 mg por kg der farinhadaa seca, por pelo menos 3 meses. Os resultados curativos foram muito pobres, mas algumas unhas onde a doença estava nos estágios iniciais recuperaram o aspecto normal. É importante ressaltar, que a incidęncia de novos casos no plantel diminuiu bastante tendo o medicamento agido preventivamente.
Revista SOMA 2006
Muitos criadores de canários já tiveram a desilusăo de ver um potencial campeăo, aquele canário que se destacava na cor, de repente imprestável. Muitos juizes já tiveram o desprazer de desclassificar belos pássaros pela mesma razăo. Já julguei exposiçőes de canários em que mais de 10% dos pássaros foram desclassificados por serem portadores de micoses em dedos. Já vi fungos de unhas em pássaros em todo o Brasil mas năo nas proporçőes que ocorrem em Santa Catarina.
O fato deve ser relacionado ŕs condiçőes climáticas, principalmente ŕ umidade do ar. Uma consistente observaçăo a favor desta hipótese é que a doença é mais comum nas cidades próximas de rios e mar. É mais freqüente no fim do verăo ou do outono, mas na época, a superpopulaçăo nos criadouros é grande. É proporcionável que a doença seja transmissível, pois, é comum vários pássaros de um mesmo gaiolăo estarem contaminados.
Manifestaçăo Clínica
A doença é de difícil reconhecimento nas suas faces inciais porque o pássaro afetado só levanta a pata doente nas faces adiantadas, quando a unha geralmente está irremediavelmente perdida. O início, por vezes é caracterizado por lesőes brancas ou amarelas ou engrossamento da ponta do dedo comprometido, fatos comuns a doenças das patas dos canários. Geralmente o que caracteriza o quadro é a presença de uma lesăo verrugosa que se inicia dentro da matriz da unha e, em poucos dias, recobre toda a unha. Neste estágio a unha já está morta e năo observa-se o filete sangüíneo que a nutre. A lesăo se destaca. Em alguns casos, pode haver contaminaçăo secundária resultando em septicemia e morte do pássaro.
Diagnóstico Laboratorial
O diagnóstico de laboratório é difícil, pelo alto custo dos exames e por năo dispomos em nosso meio, laboratórios com prática em micologia ornitológica. Por analogia com o que praticamos no diagnósticos estiológico dos onicomicoses humanas, enviamos para exames micológicos, microscopia e cultura, raspando de unhas de canários doentes. Todas as amostras tiveram resultado negativo, isto é, os fungos năo eram encontrados na superfície das lesőes. Decidimos, entăo, enviar para exame histológico dedos amputados. Como os resultados foram interessantes, serviram de motivaçăo para que, embora reconhecendo nossas limitaçőes, escrevęssemos este artigo. O estudo das lâminas coradas pela técnica de hematoxilinaesina e pela técnica de Grocott (pesquisa de fungos através de impregnaçăo pela prata), mostrou processo inflamatório crônico como edema, extasia e congestăo de vasos sangüíneos e a presença de formas fúngicas em hifas curtas e blastosporos, sugestivas de Tinea verrucosum que acomete seres provocando lesőes cerucosas. Outra característica marcante é a ausęncia do filete vasculonervoso que nutre a unha. Caso o problema persista em nosso criadouro, vamos tentar a cultura do fungo na matriz do dedo amputado onde encontra-se o principal foco.
Tratamento
Quando percebemos a lesăo verrucosa recobrindo a unha, geralmente năo há mais tratamento eficaz que recupere o dedo. Os cremes e pomadas a base de imodazólicos săo pouco eficientes, pois năo alcançam os fungos que estăo localizados na matriz da unha. Os que alcançam melhores resultados săo a base de oxiconazol (oceral) e bifonazol (mycospor). Os esmaltes para uso humano, com alta concentraçăo do principio ativo, comum o usaram para unhas e o loceryl, pelas mesmas razőes, também apresentam eficácia reduzida. O tratamento que apresenta melhores resultados, embora cause espanto, é a imersăo da pata afetada em ácido sulfúrico a 50% por 20 ou 30 segundos, seguido a lavagem de água corrente. Este procedimento é inócuo, năo restitue o aspecto normal da unha, mas impede a evoluçăo.
Nas onicomicoses humanas, várias drogas usadas por via oral săo eficazes no tratamento da doença como os imidazólicos (cetaconazol, flucanazol e itraconazol), a griseofulvina e a terbinafina quando usados por meses. Nos canários, como năo conhecemos o metabolismo destes medicamentos (absorçăo, níveis sanguineos, matabolizaçăo, concentraçăo em tecidos queratinados como pelo e unhas e vias de excreçăo), torna-se difícil determinar corretamente as dosagens e o tempo de uso. Já experimentamos usar em nossos canários o cetoconazol (cetonas, nizoral) na dose de 1 gr, 5 comprimidos triturados, e o itraconazol (sporanox, itranax) 4 cápsulas de 10 mg por kg der farinhadaa seca, por pelo menos 3 meses. Os resultados curativos foram muito pobres, mas algumas unhas onde a doença estava nos estágios iniciais recuperaram o aspecto normal. É importante ressaltar, que a incidęncia de novos casos no plantel diminuiu bastante tendo o medicamento agido preventivamente.
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009
OVO ATRAVESSADO OU OVO PRESO
Qualquer criador deve estar preparado para, mais cedo ou mais tarde, enfrentar este problema em suas aves.
A fêmea, quando está prestes a botar ou algumas vezes no meio da postura, amanhece toda arrepiada quieta no chão ou no ninho, os olhos semicerrados. Apalpando suavemente a região do abdômen da ave, perto da cloaca, pode-se perceber o ovo como que atravessado.
Infecções do oviduto, deficiências de minerais que impedem a perfeita calcificação do ovo, ovos anormais, problemas hormonais e com o hormônio que estimula as contrações musculares do oviduto, obesidade, fêmea muito jovem, fraqueza, são as causas principais do ovo atravessado.
Pegue a canária na mão e passe azeite de oliva ou óleo morno, na região da cloaca; massageie o local, segure a fêmea na mão, mantendo-a de costas, com o abdômen virado para cima. com o dedo indicador e polegar, localize o ovo e faça pressão suavemente e massageie de forma a induzir a parte rombuda do ovo para a cloaca. É preciso ter cuidado e paciência para que o ovo não quebre, não tente quebrar o ovo pois pode perfurar o oviduto. Segure a ave na mão em cima de uma vasilha com água quente, sendo que a fêmea deverá receber apenas o vapor d'água. Outra formaseria pegar um tubo de ensaio que caiba a fêmea e tampa a boca do tubo deixando uma passagem para o ar, e role o tubo em cima de uma mesa várias vezes muita velocidade nem muito rápido e nem muito lenta, repita estes movimentos umas 8 vezes, após retire a fêmea do tubo e recoloque-a no ninho.
As fêmeas que passam por este problema deve ficar sem produzir por toda uma temporada, para que se possam refazer.
A fêmea, quando está prestes a botar ou algumas vezes no meio da postura, amanhece toda arrepiada quieta no chão ou no ninho, os olhos semicerrados. Apalpando suavemente a região do abdômen da ave, perto da cloaca, pode-se perceber o ovo como que atravessado.
Infecções do oviduto, deficiências de minerais que impedem a perfeita calcificação do ovo, ovos anormais, problemas hormonais e com o hormônio que estimula as contrações musculares do oviduto, obesidade, fêmea muito jovem, fraqueza, são as causas principais do ovo atravessado.
Pegue a canária na mão e passe azeite de oliva ou óleo morno, na região da cloaca; massageie o local, segure a fêmea na mão, mantendo-a de costas, com o abdômen virado para cima. com o dedo indicador e polegar, localize o ovo e faça pressão suavemente e massageie de forma a induzir a parte rombuda do ovo para a cloaca. É preciso ter cuidado e paciência para que o ovo não quebre, não tente quebrar o ovo pois pode perfurar o oviduto. Segure a ave na mão em cima de uma vasilha com água quente, sendo que a fêmea deverá receber apenas o vapor d'água. Outra formaseria pegar um tubo de ensaio que caiba a fêmea e tampa a boca do tubo deixando uma passagem para o ar, e role o tubo em cima de uma mesa várias vezes muita velocidade nem muito rápido e nem muito lenta, repita estes movimentos umas 8 vezes, após retire a fêmea do tubo e recoloque-a no ninho.
As fêmeas que passam por este problema deve ficar sem produzir por toda uma temporada, para que se possam refazer.
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